quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Uma Academia de Duas Línguas


Comunicação lida na Academia Paraense de Letras, em Belém do Pará, Brasil, em 2 de Abril de 2012


Quero apresentar uma academia de duas línguas na terra mais montanhosa de Portugal, Trás-os-Montes, que, todavia, é uma região – e assim os seus autores, a sua literatura − sem paredes.

Três condições se requerem na definição de cultura, segundo T. S. Eliot: uma «estrutura orgânica» assente em classes sociais e transmissão hereditária; a especificidade geográfica, ou «regionalismo», desembocando em «culturais locais» ; a religião, com seus cultos e devoções.

Olhando ao chão transmontano, seria ocioso confrontar classe e elite, quando os grupos sociais mal se destacam e os antropólogos ainda se deliciam com manchas de comunitarismo agro-pastoril. Considerada a prioridade e riqueza deste, sucede «O principal canal de transmissão de cultura» (p. 43), a família, conceito que salta facilmente as paredes de um lar para formas colectivas. Assim se explicam estudos continuados sobre o nosso romanceiro, ímpar no contexto nacional; sobre a oratura em prosa, retrabalhada por vários ficcionistas; sem esquecer o disperso cancioneiro em quadras de redondilha maior, exemplarmente recolhido em quinhentas densas páginas do Cancioneiro Popular Transmontano e Alto-Duriense, de Guilherme Felgueiras .

Sirva-nos o índice geral deste para entendermos, numa Europa que se pretende de regiões, a pequena parcela transmontana. O seu quotidiano é de relação: com a natureza, os mundos animal e vegetal, entre galanteios e requebros, arrufos, chacota, «penas de amor», relação que fundamos em três núcleos essenciais: vida social e moral, incluindo-se, aqui, os costumes; vida material; linguagem.

Na vida social e moral, convergem bodas, baptizados, ritos fúnebres, demandas, outros eventos; com datas fixas, há cerimónias religiosas, festas, Entrudo; constantes são a má-língua e as noites ao calor da lareira. Serão, família, região − eis uma tríade feliz, base da cultura intersubjectiva e social.

Mas a cultura reforça-se com uma componente instrumental, um saber-fazer, na passagem à vida material: além da cultura da terra (na origem do sentido literal de cultura), de técnicas ancestrais ainda em uso, de ofícios, indústrias caseiras, somem-se adornos e trajes, alimentação, iluminação, etc. De tudo isto dá conta, miudamente, a leva de etnólogos, antropólogos, sociólogos, historiadores (sobretudo, historiadores das mentalidades). O estado de conservação de Trás-os-Montes seduz, para lá de paredes que recebem sempre bem. Não menos atenta a esse chão, e generosa, se mostra a literatura, alargando as potencialidades no campo da linguagem.

O que, no tocante às línguas, como se verá, tem a região de diversidade, tem de unidade em matéria de religião. Responde a contento ao voto final de Eliot, pois, «sem uma fé comum, todos os esforços para unir mais as nações, em cultura, não poderão produzir mais do que uma ilusão de unidade» (p. 82). Esta visão medieval é, ainda, a do tempo em que a Igreja cimentava a Europa política. Bem ou mal, a religião é força incontroversa, vazada em catolicismo apostólico romano, jamais imune ao paganismo de rituais festejados até pelos mais crentes, a par de crendices e bruxedos, de medicina popular, de pactos com o Diabo e tentações da carne que arrepiam serafins. Veja-se como o cónego Ochoa, que dá título ao romance O Cónego (2007) de Pires Cabral, desonra Gervásia, a filha do feitor Querubim. Já Herculano, o jacobino do lugar, reforça a palavra da rua, a atmosfera de merenda à lareira, concorrendo para um quadro aldeão disputado entre igreja e taberna. Citei quatro lugares de eleição, ou cenários – rua, lareira, taberna, igreja −, em que a força desta sai relativizada.

É extraordinário, porém, ver reunidas família, região e religião na mais comum figura do padre-escritor, cujo paradigma é Francisco Manuel Alves (1865-1947), Abade de Baçal, localidade próxima de Bragança. Muito do que sabemos de nós mesmos lhes é devido, misto de arqueólogos e cientistas sociais.

Deles deriva uma especialidade transmontana: em finais do século XV, com os Descobrimentos, nascem os nossos primeiros missionários, e, desde o século XVIII, não há vila que dispute o lugar a Freixo de Espada à Cinta, em braços, almas e orientes. O maior e mais quantioso do século XX, o padre Manuel Teixeira (1912-2003) –viveu 76 anos no Oriente, publicou 123 livros −, bibliografou 41 conterrâneos de cruz e batina, dando, em apêndice a Missionários de Freixo de Espada à Cinta (1993), lista de outros 54, quase todos com obra literária teológica e historiográfica, mesmo ficcional e lírica, e, não raro, bilingue, em português-mandarim. Alguns voaram até esferas que causam espanto, nesta inesperada conclusão: a sinologia tem dedos e glote transmontanos. Mas também o Japão tem os seus expoentes, caso do padre Jaime Coelho, autor do Dicionário Japonês-Português (1998). Entre os 3 500 volumes por ele oferecidos à Biblioteca Municipal de Bragança, muitos são em japonês.

O reverso desta história de religião é a guerra de religiões, que trouxe a Inquisição: agora, o intelectual expatria-se à força e opta pela Europa. No século XX, à perseguição política, junta-se o Brasil como terra de exílio.

Os núcleos judaizantes do Nordeste português sofrem razia. Entre as dezenas de ilustres que fogem, Isaac Oróbio de Castro (c. 1620-1687) filosofa, em Amsterdão, contra Spinoza; a partir de Londres, o médico Jacob de Castro Sarmento (1691-1762) divulga, em Portugal, Newton e a ciência do tempo.

Não párocos de aldeia, nem missionários, nem judeus, outros saíram, equivalentes, no pensamento, aos grandes marinheiros transmontanos Diogo Cão, Fernão de Magalhães, João Rodrigues Cabrilho: refiro-me aos humanistas de Quinhentos, e a quantos se dirigiram às universidades europeias, sobretudo, à da vizinha Salamanca. Relevo, aqui, o professor e poeta neolatino Inácio de Morais (1507?-1580).

Já peregrino de Europas e de cortes, temos Francisco de Morais, que no apelido transporta humilde terra do distrito bragançano. O seu Palmeirim de Inglaterra (c. 1544) funda parte da literatura universal: «Quién más discreto que Palmerín de Inglaterra?», lê-se no Don Quijote de la Mancha (1615, cap. I), que tanto o celebra na primeira parte (1605). Justo, equânime, esse herói bebeu num húmus de coisas fantásticas, mouraria, sensualidade e apelo constante à deslocação geográfica, que nos caracteriza. Conta Francisco de Morais que, na sexta-feira de Endoenças de 1521, um ferreiro de Bragança leu, numa igreja, A Celestina… Terras insólitas: se a Igreja condenava livros de cavalarias, mais condenava o realismo de Fernando de Rojas.

Onde buscar, entretanto, o peso ou sentido de região à luz do estrato cultural que é a literatura, cujo universo referencial fugidiamente descrevi? Na linguagem. Ao contrário do resto nacional, temos duas línguas oficiais, português e mirandês, e, registados, quando não pronunciados, os subfalares barrosão, sendinês, guadramilês e rionorês.

O rionorês ou riodonorense é o mais estudado, dadas as formas de comunitarismo que atraiu antropólogos no séc. XX. Em 1909, Daniel José Rodrigues reuniu, na revista coimbrã O Instituto, breves contos exemplares acompanhados de versão em português. Dou um exemplo:



Un dia un arrieiro cuntou q’habia curriu as cinco partes d’al mundo, e que entre outras cousas, habia bisto una en que ningun habia falado.

Iera un pie de berzas tan alto que cincoenta cavalheiros puestos a dreito uns dos outros pudiam andar da cabalo debaixo d’ua d’estas fôias. Un dos que uíran, num s’acordando d’ua d’estas cousas, dixo cun o maior descanso: q’el tamien habia viaxau, e que chegando al Xapon, habia bisto cun grande admiracion mas de três cientos de caldeireiros a trabaiar n’um grande caldeiron, drento d’al qual staban mas de cien persós a limpal’o. Mas que querien ellos fazer cun aquelle grande caldeiron?, precurou al principio. Era para cozer al ton pie de berza.

Versão


Um dia um arrieiro contou que tinha corrido as cinco partes do mundo e que, entre outras coisas, tinha visto uma na qual ninguém tinha falado.

Era um pé de couve tão alto que cinquenta cavaleiros formados podiam cavalgar debaixo duma das folhas.

Um dos ouvintes, não se lembrando de tal coisa, disse com a maior placidez que também tinha viajado e que, chegando ao Japão, tinha visto, com grande admiração, mais de trezentos caldeireiros, a trabalhar num grande caldeirão, dentro do qual estavam mais de cem pessoas a limpá-lo. Mas que queriam eles fazer com aquele grande caldeirão?, perguntou o primeiro. Era para cozer a tua couve .



Da gramática ao consultório linguístico na Imprensa escrita, na rádio e na televisão, foi gente nossa a pautar a língua nacional: nos séculos XVII e XVIII, Amaro de Reboredo e Madureira Feijó; no séc. XX, Augusto Moreno, Raul Machado, Edite Estrela.

Ora, é face à regra e sua reversão, à pronúncia oblíqua e seu registo, ao novidoso vocábulo, que esteticamente se perfila e transmite um conjunto particular de imagens em que nos solidarizamos, seja nesse chão ou nas comunidades por esse mundo de Cristo. O nosso mundo é «em qualquer Brasil», disse Miguel Torga, em conferência de 1948:



Nascemos aqui, mas nascemos desterrados, reais ou potenciais, e sempre com parte do sangue no exílio. Todos temos um irmão, um filho, um primo ou a família inteira em qualquer Brasil .



Na conferência “Trás-os-Montes no Brasil”, lida no Centro Transmontano de São Paulo e no do Rio de Janeiro, em 14 e 16-VIII-1954 – onde surge a célebre máxima «O universal é o local sem paredes» –, tem um paradoxo notável, ao afirmar que «realidade sem muros» , realidade paralela a «qualquer Brasil», era a região com mais muros e muretes: Trás-os-Montes, naturalmente... Este minifúndio da sobrevivência leva-me a pensar que a espécie mais adequável ao génio local é o conto. Exceptuando Eça de Queirós, o cânone do conto tira-se de Trindade Coelho, Domingos Monteiro, Torga, João de Araújo Correia, a par dos ainda vivos Bento da Cruz e Pires Cabral, entre tantos…

Ora, sobre esta região aberta ao mundo, cumpre citar os não-naturais, os que, de passagem, a enaltecem, ou nela firmam obra. Vamos, assim, do quatrocentista Fernão Lopes a Agustina Bessa-Luís, de Abel Botelho ao Ferreira de Castro que respirou Belém de Pará quando jovem, de António Nobre a Jorge de Sena... Outros são adoptados, como José Rentes de Carvalho e Herculano Pombo, cujo mal conhecido título Crescem Pães Pelos Outeiros (1994) releva de um ciceroneio aldeão entre pórtico de igreja e solar, nos mostra junta de bois puxando arado, estrume à espera de ganchas, sementeira, geadas, adubos, ferranha para as crias, segada, malhada, acarreja difícil por causa do restolho em pé leve, eiras, medas e palheiros, saco de grão, moinho, forno, cantigas e dizeres, malandrices, pitas, recos… Alguns destes termos nem um falante culto os entende.

Na primeira fila dos naturais que partiram, mas não cortaram liames, está um estranho Álvaro do Carvalhal (1844-1868) fazendo correr sangue e melodrama em seis contos; Guerra Junqueiro; Trindade Coelho; entre os vivos mais velhos, Luísa Dacosta, estreando-se com as «almas mortas» transmontanas de Província (1955), Diz ela, representando-nos a todos:



Tive uma infância feliz, não rica, mas feliz, sem infantário. Andei de burro, apanhei rãs nos rios, subi descalça às árvores, fiz magustos, fiz roupinhas e cozinhei para as bonecas em fogões pequeninos, mas autênticos, fiz enterros de passarinhos, todas essas coisas e que eu acho que são importantes para crescer .



A ausência da ‘pequena pátria’ pode te razões diplomáticas (Monsenhor José de Castro, Armando Martins Janeira); excepcionalmente, ideológicas (João Sarmento Pimentel, que morreu em São Paulo); económicas, laborais, educativas. O jornalismo obrigou à saída de inúmeros (Norberto Lopes e Raul Rêgo estão entre os maiores na história da Imprensa portuguesa), com mão na crónica, em alguma ficção e mesmo no verso. Eduardo Guerra Carneiro e Francisco José Viegas, actual secretário de Estado da Cultura, respondem por todos. Professores e ensaístas, em remissões constantes da terra-mãe na obra e na actividade pública, foram Emídio Garcia, Ferreira Deusdado, Maximino Correia, Santa Rita Xisto (primo de Camilo Pessanha, cuja família era de Mirandela), o simultaneamente encenador e tradutor do alemão Paulo Quintela , A. A. Gonçalves Rodrigues (fundador do ISLA, cujos 5 volumes de A Tradução em Portugal, desde 1495, são um marco), Adriano Moreira, presidente da Academia das Ciências e presidente honorário da Academia de Letras de Trás-os-Montes…

Na ordem de tarefas ciclópicas, releve-se Hirondino da Paixão Fernandes, cuja Bibliografia do Distrito de Bragança ultrapassa oito mil páginas. Acaba de sair o primeiro de dez volumes. Transcende as 800 páginas do vol. VII, dedicado aos “Notáveis”, das Memórias Arqueológico-Históricas do Distrito de Bragança, do Abade de Baçal. Quer aqueles dez volumes, quer os 12 volumes da nova edição destas Memórias… são devidos ao município de Bragança, presidido pelo Eng. António Jorge Nunes, com a dra. Fátima Fernandes na vereação na Cultura.

Como poderia eu, em fala breve, citar milhares de nomes que honram o quinto maior distrito de Portugal, com 6 608 quilómetros quadrados e uma população de tão-só 140 mil habitantes, ou seja, a décima parte de Belém do Pará? Não esquecerei o mais transmontano de todos , por aí se ter feito homem junto da e contra a família, e construído autor, entre os dez e os 22 anos, impondo-se novelista de atmosfera local logo na estreia (1851): Camilo Castelo Branco. No seu agitar da língua clássica, há larga composição do idiolecto provincial.

A atenção crescente ao local, às suas belezas naturais e potencialidades, estendeu-se ao Ultramar português, via Sociedade de Geografia de Lisboa, fundada pelo nosso Luciano Cordeiro.

Em artes afins às das letras, devêramos citar o anónimo flaviense de 1489, primeiro impressor em língua portuguesa ; na teorização estética de Seiscentos, Filipe Nunes; em Setecentos, o editor Francisco Luiz Ameno; um gesto aristocrático do Morgado de Mateus, ao entregar a Didot (Paris, 1827) a luxuosa impressão d’Os Lusíadas; a alma atlântica de Álvaro Pinto (1889-1957), que estudou em Bragança, fundou as nossas mais importantes revistas, divulgou autores brasileiros. Políticos e ministros não foram poucos, entre eles, Teixeira de Sousa, último primeiro-ministro da Monarquia.

Procurei associar a mundividência social à região e à religião. Decorreram daqui: expatriamento, no apelo da fé missionária, no fanatismo inquisitorial, bem como emigração dentro e fora, maioritariamente jornalística e universitária, mas indo até às partes ultramarinas e ao Brasil. O Nordeste português conserva-se locus sedutor para escritores e estudiosos, de passagem ou adoptados. Continua-se a cavar, por nacionais e estrangeiros, um chão cada vez mais seco e vazio de gente. Urge combater estas causas, em que a acção de uma academia pode ser útil.

Assim, num propósito de inclusão da segunda língua oficial de Portugal, o mirandês, criámos a Academia de Letras de Trás-os-Montes; desde os órgãos sociais à primeira antologia que organizámos, eu e Amadeu Ferreira proclamámos, logo no título, A Terra de Duas Línguas. A história do Mirandês – radicado no astur-leonês medieval, falado no concelho de Miranda do Douro por cerca de seis mil habitantes, cursado nas escolas locais e nas grandes cidades, já com entradas no ensino superior – resolve-se em pequenos passos, desde os estudos de José Leite de Vasconcelos, a partir de 1882, à recente tradução d’Os Lusíadas (2010).

Irmanados o riodonorense, o mirandês e o português, quer-se região mais diversificada linguisticamente?

Face a estas línguas, em renovadas linguagens do húmus popular entrando na criação individual, percebe-se como a literatura transmontana é um céu vastíssimo, que nenhum muro ou montanha divide. Os seus cultores vivem nas cinco partes do mundo, e assim os 80 membros da nossa Academia – não nos impusemos 40… −, a mais jovem (desde Junho de 2010) das onze academias portuguesas.

Deixo retrato da ‘pátria breve’ que, em mirandês e português, preocupa os nossos autores: «Solo difícil, condições económicas e socioculturais adversas, batalha esgotante pela sobrevivência, abandono e desertificação: […]. Mas, onde quer que estejamos, trazemos connosco as raízes. Faz-se cada um embaixador do reino .»

Eu, pobre enviado, apresentei credenciais de um Nordeste português que urge visitar. A literatura é o melhor guia.

Agradeço a atenção.

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Acordo?! Negócio!


Entre 1989 e 2000, linguistas e professores destacados das suas escolas trabalharam no Dicionário da Língua Portuguesa Contemporânea, coordenado pelo Instituto de Lexicologia e Lexicografia da Academia das Ciências; de facto, pelo seu presidente, João Malaca Casteleiro. Com 2 volumes editados pela Verbo, em 2001, apresenta-se como «uma realização da Academia das Ciências de Lisboa e da Fundação Calouste Gulbenkian». Assentou na generosidade desta, por interposto presidente da Academia das Ciências, José Vitorino de Pina Martins, a edição do que poderia ter sido obra séria, mas não foi.
Em 2002-2003, João Malaca Casteleiro demora menos tempo a adaptar ao português europeu o Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa (Editora Objetiva / Instituto Houaiss, 2001), cujos seis volumes do Círculo de Leitores logo se traduzem em três volumes na Temas & Debates. Antônio Houaiss e Casteleiro dinamizavam, desde 1986, um projecto de acordo ortográfico. Mas o Houaiss português em nada se acorda, ainda. Pesado nas mãos e na bolsa, é um bom dicionário, embora nem sempre conseguido na variedade europeia.
No mesmo Círculo de Leitores, vemos agora anunciado o 1.º volume de um Dicionário Português Atual Houaiss.  O título não parece correcto, mau grado aquele atual, que identifica título de Casteleiro − Atual: O Novo Acordo Ortográfico (Texto, 2007) –, concorrenciado, é certo, por outros defensores deste baixo comércio. Nada disto deve agradar aos que, em poucos anos, são convidados a deitar fora estantes de dicionários, vocabulários, guias e prontuários.
A verdade é que os armazéns das editoras são um peso indisfarçável, resolvido com queimas e guilhotina de livros. Fica o negócio equilibrado, se vingarem os critérios a-científicos dos politicóides (termo ausente do DCLP, mas não da velha 5.ª ed. do Dicionário da Língua Portuguesa da Porto Editora) da língua.

domingo, 12 de fevereiro de 2012

Publicações de Ernesto Rodrigues

Parte superior do formulário



0. Lição, tese e dissertação
2011. As lições de Fastigínia. Lição de Agregação (Estudos de Literatura e Cultura Estudos Portugueses). Policópia. Lisboa: Universidade de Lisboa. [Reproduzida em: Tomé Pinheiro da Veiga, Fastigínia. Estudo, edição, variantes e notas por Ernesto Rodrigues. Lisboa: CLEPUL, 2001.]  
1996. Mágico Folhetim. Literatura e Jornalismo em Portugal. 2 vols. Dissertação de Doutoramento em Letras (Cultura Portuguesa). Policópia. Lisboa: Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa.
1990. Fastigínia: A Carta Interminável. Dissertação de Mestrado em Literatura Portuguesa Clássica. Policópia. Lisboa: Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa.
     1.Livros (autor)

1.1.Poesia
2013. Do Movimento Operário e Outras Viagens. Lisboa: Âncora Editora. 78 p.
1998. Ilhas Novas. Funchal: Câmara Municipal. 16 p.
1985. Sobre o Danúbio. Lisboa: Quatro Elementos Editores. 26 p.
1981. Para Ortense: Variantes. Lisboa: Bico d’Obra. 112 p.
1977. Poemas Porventura. Lisboa: Ed. do A. 26 p.
1973. Inconvencional. Braga: Ed. do A. 86 p.

1.1.1.Em colaboração
1981. Março ou As Primeiras Mãos. Lisboa: Ed. dos AA. 73-86.
1976. J. C. Falhou Um Penalty. Bragança: Ed. dos AA. 29-55.

1.1.2.Antologias
2015. As partes. Piolha. Revista de Poesia. 16. Porto: Março: 43-44. [Sob pseudónimo.]  
2015. Soneto. Victor Oliveira Mateus, coord., Cintilações da Sombra III. Antologia de Poesia. Fafe: Editora Labirinto. 28.
2014. Soneto. Victor Oliveira Mateus, org., Cintilações da Sombra 2. Antologia Poética. Fafe: Labirinto. 29; Maria do Sameiro Barroso et alii, org., Um Extenso Continente. Antologia de Homenagem a António Salvado. Castelo Branco: RVJ Editores. 104.    
2013. Oração [soneto]. In Manuela Morais, 55 Orações Marianas. Chaves, Tartaruga. 92.
2013. [18 poemas]. Ernesto Rodrigues, Amadeu Ferreira, coord., A Terra de Duas Línguas. II. Antologia de Autores Transmontanos. S. l., Lema d’Origem. 51-60.
2012. Ilha de luz. Maria do Sameiro Barroso, coord., 100 Poemas para Albano Martins. Fafe: Editora Labirinto. 52.
2011. Três poemas. Trás-os-Montes e Alto-Douro. Mosaico de Ciência e Cultura. Coord. de Armando Palavras. Lagoaça, Comissão de Festas de Nossa Senhora das Graças. 63-64.
2010. Soneto. O Prisma das Muitas Cores. Poesia de Amor Portuguesa e Brasileira. Org. de Victor Oliveira Jorge. Fafe: Labirinto. 60.
2009. Concerto. Divina Música. Antologia de Poesia sobre Música. Org. de Amadeu Baptista. Viseu: Conservatório Regional de Música Dr. José de Azeredo Perdigão. 65-66.
2009. Szijj Ildikó, org., Philologiae Amor. Tanulmányok, Esszék és Egyéb Írások Pál Ferenc Tiszteletére 60, Budapest: ELTE Eötvös Kiadó. 377-378.
2008. Maria do Sameiro Barroso, coord., Um Poema para Agripina. Antologia. Fafe: Editora Labirinto. 24.
2008. Maria do Sameiro Barroso, coord., Um Poema para Ramos Rosa. Antologia. Fafe: Editora Labirinto. 28.
2003. AA. VV., A Casa dos Sonhos. Coimbra: Fundação Bissaya Barreto. 22-23.
2003. José Viale Moutinho, org., Saudades da Ilha. Evocações Poéticas da Ilha da Madeira. Porto: Edições Asa. 70.
2002. Manuel G. Simões, Henrique Madeira, Luciano Caetano da Rosa, orgs., Textos da Diáspora. Homenagem a José David Rosa. Berlim: Avinus Verlag.
1997. A David. Porto: Limiar. 24.
1996. António Arnaut, Rui Mendes, coord., Cântico em Honra de Miguel Torga. Coimbra: Fora do Texto. 58.
1990. Ruínas. Lisboa: Quatro Elementos Editores. 80-82.
1989. José do Carmo Francisco, org., O Desporto na Poesia Portuguesa. Lisboa: Sindicato dos Bancários do Sul e Ilhas, Lisboa. 74, 98.
1985. A. Cerqueira, J. Pessoa, J. do C. Francisco, orgs., O Trabalho – Antologia Poética, Lisboa: Sindicato dos Bancários do Sul e Ilhas. 73.
1984. Carlos Loures e Manuel Simões, orgs., Poemabril – Antologia Poética, Tomar: Nova Realidade. 105-106. Reed., Coimbra: Fora do Texto, 1994: 127-128.
1973. Maria Alberta Menéres, org., O Poeta Faz-se aos 10 Anos. Lisboa: Assírio & Alvim. 49, 82.

2.Ficção
2016. Uma Bondade Perfeita. Lisboa: Gradiva. 200 p.
2014. Passos Perdidos. Romance. Lisboa: Âncora Editora. 167 p.
2013. A Casa de Bragança. Romance. Lisboa: Âncora Editora. 284 p.
2011. O Romance do Gramático. Lisboa: Gradiva. 226 p.
1996. Histórias para Acordar. Lisboa: Editorial Notícias. 40 p.
1994. Torre de Dona Chama. Lisboa: Editorial Notícias. 281 p.
1989. A Serpente de Bronze. Lisboa: Publicações Dom Quixote. 219 p.
1983. A Flor e a Morte. Lisboa: Bico d'Obra. 268 p.
1980. Várias Bulhas e Algumas Vítimas. Lisboa: Edições Ró. 76 p.

2.1.Antologias
2014. Calçada Portuguesa / Portuguese Cobbles. 1974-2014. Antologia de Textos de Autores do PEN nos 40 Anos da Revolução de Abril / Antology of Texts by PEN Authors on the 40th Anniversary of the April Revolution / […]. Lisboa: PEN Clube Português. 10-12. Online. 
2009. Viana a Várias Vozes. Fernando Canedo, Arnaldo Alves, coord.. Viana do Castelo, Câmara Municipal. 115-119.
1997. Macedo de Cavaleiros. Macedo de Cavaleiros: Câmara Municipal, 1997: 41-45.
1994. Ícones. Lisboa: Quatro Elementos Editores. 123-126.       
1992. Imaginários Portugueses – Antologia de Autores Portugueses Contemporâneos. Coimbra: Fora do Texto. 35-40.
1984. Nuvens. Lisboa: Quatro Elementos Editores [inumerado].

3. Tradução
2010. “Hungria, um país de poetas”, seguido de Antologia. Revista Poesia Sempre, n.º 33, ano 17, 2010. Rio de Janeiro: Fundação Biblioteca Nacional.
2010. Sándor Márai, Divórcio em Buda [Válás Budán]. Lisboa: Publicações Dom Quixote.
2009. Imre Kertész, Um Outro. Crónica de Uma Metamorfose [Valaki más: a változás krónikája]. Lisboa: Editorial Presença.
2008. Sándor Márai, Rebeldes [Zendülők]. Lisboa: Pub. Dom Quixote.
2007. Sándor Márai, A Mulher Certa [Az Igazi]. Lisboa: Pub. Dom Quixote.
2006. Magda Szabó, A Porta [Az Ajtó]. Lisboa: Pub. Dom Quixote.
2006. Sándor Márai, A Herança de Eszter. [Eszter Hagyatéka] Lisboa: Pub. Dom Quixote. Nova edição: Lisboa, Biblioteca Sábado, 2010.
2006. Dezső Kosztolányi, Cotovia [Pacsirta]. Lisboa: Pub. Dom Quixote.
2004. Imre Kertész, Kaddish para Uma Criança Que não Vai Nascer [Kaddis a meg nem született gyermekért]. Lisboa: Editorial Presença.
2003. Imre Kertész, Aniquilação [Falszámolás]. Lisboa: Editora Ulisseia.
2003. Kertész, Imre, A Recusa [A Kudarc]. Lisboa, Editorial Presença.
2003. Imre Kertész, Sem Destino [Sorstalanság]. Lisboa: Editorial Presença.
2002. Antologia da Poesia Húngara. Selecção e tradução de –. Lisboa: Âncora Editora. 
1999. Tóth Éva, Emlékvers. Budapest: Kráter, 1999 [inumerado]. Emlékvers / Memorial Poem, 2.ª ed., aumentada, 2006.
1999. Petőfi Sándor, Vinte Poemas. Edição bilingue de –. Lisboa.
1985. Novíssima Poesia Húngara. Introdução e tradução de –. Lisboa: Bico d’Obra.

3. 1. Em colaboração 
1997. Péter Zirkuli, O Instante Luminoso. Trad. colectiva [Casa de Mateus, 1995]. Lisboa: Quetzal.
1983. István Örkény, Contos de Um Minuto [Egyperces Novellák]. Versões de –. Lisboa: Bico d’Obra.

3. 2. Em antologias
2009. Inês Ramos, org., Os Dias do Amor. Parede: Ministério dos Livros Editores.
2001. [Poesia húngara.] Manuel Hermínio Monteiro, coord., Rosa do Mundo – 2001 Poemas para o Futuro. Lisboa: Assírio & Alvim.

4. Ensaio
2016. Ensaios de Cultura. Lisboa: Theya Editores. eBook.
2015. Lisboa em Baptista-Bastos. Selecção e prefácio de . Lisboa: Âncora Editora. 103 p.
2010. 5 de Outubro. Uma Reconstituição. Lisboa: Gradiva. 252 p. 
2008. Centenário da Morte de Trindade Coelho. Exposição Biobibliográfica 2008. Mogadouro: Câmara Municipal. 136 p.
2008. A Corte Luso-Brasileira no Jornalismo Português (1807-1821). Lisboa: Edição Ernesto Rodrigues. 302 p.
2004. Crónica Jornalística. Século XIX. Lisboa: Círculo de Leitores. 292 p.
2000. Verso e Prosa de Novecentos. Lisboa: Instituto Piaget. 433 p.
2000. Visão dos Tempos. Os Óculos na Cultura Portuguesa. Lisboa: Optivisão. 80 p.
1999. Cultura Literária Oitocentista. Porto: Lello Editores. 296 p.
1998. Mágico Folhetim. Literatura e Jornalismo em Portugal. Lisboa: Editorial Notícias. 495 p.

5. Miscelânea (poesia, ficção, ensaio)
2001. Pátria Breve. Lisboa: Textype – Artes Gráficas. 120 p.

5.1.Em colaboração
1974. Ilha da Madeira – Cemitério Particular. Com Alcides Manuel Rodrigues. Bragança: Ed. dos AA. 67 p.

6. Livros (editor)
2016. Guilherme de Azevedo, Crónica Ocidental. Edição de . Lisboa: Esfera do Caos. 279 p.
2016. Camilo Castelo Branco, A Queda Dum Anjo. Edição crítica e prefácio de . Lisboa: Âncora Editora. 278 p.
2016. Os Noivos. Selecção e fixação do texto por . Lisboa: Âncora Editora. 47 p.
2015. António José Saraiva, Filhos de Saturno. Escritos sobre o Tempo Que Passa. Lisboa: Gradiva. 355 p.
2013. Raul Rêgo, Os Meus Livros e Outras Crónicas. Introdução, selecção e notas de . Vila Real: Grémio Literário Vila-Realense / Câmara Municipal de Vila Real. 80 p.
2013. Padre António Vieira, Obra Completa. Tomo II, Volume IX. Sermões do Rosário. Maria Rosa Mística II. Coordenação, introdução e anotação de Ernesto Rodrigues. Lisboa: Círculo de Leitores. 438 p.
2013. A Terra de Duas Línguas. Antologia de Autores Transmontanos. Coord. de –. Em parceria com Amadeu Ferreira. S. l., Lema d’Origem. 450 p.
 2013. Cartas de Amor de António José Saraiva a Teresa Rita Lopes. Edição de . Lisboa, Gradiva. 168 p.
2012. António José Saraiva, História da Cultura em Portugal. IV. O Humanismo em Portugal. Introdução e edição de –. Lisboa, Gradiva. 222 p.
2012. O Jornalista Republicano Alves Correia. Antologia. Vila Real: Grémio Literário Vila-Realense / Câmara Municipal de Vila Real. 79 p.
2011. António José Saraiva e Luísa Dacosta: Correspondência. Edição de −. Lisboa: Gradiva, 2011. 141 p.
2011. Tomé Pinheiro da Veiga, Fastigínia. Estudo, Edição, Variantes e Notas de –. Lisboa, Ernesto Rodrigues / Clepul. CCCXXIV+739 p.
2011. A Terra de Duas Línguas. Antologia de Autores Transmontanos. Coord. de –. Em parceria com Amadeu Ferreira. Bragança, Instituto Politécnico de Bragança / Associação das Universidade de Língua Portuguesa / Academia de Letras de Trás-os-Montes. 567 p.
2011. O Mágico Pressentir do Artista. Entrevistas com José Marmelo e Silva. Edição de –. Paul, Centro de Estudos José Marmelo e Silva. 147 p.
2010. António José Saraiva, História da Cultura em Portugal. III. As Navegações e as Origens da Mentalidade Científica. Introdução e edição de –. Lisboa, Gradiva. 165 p.
2008. Camilo Castelo Branco, Poesia. Lisboa: Edição Ernesto Rodrigues. 206 p.
2008. ‘O Século’ de Lopes de Mendonça: O Primeiro Jornal Socialista. Lisboa: Edição Ernesto Rodrigues. 165 p.
2008. Padre António Vieira, Sermões, Cartas, Obras Várias. Lisboa: Edições Tupam. 319 p.
2006-2007. Ramalho Ortigão, As Farpas Completas. Primeiro Volume [= Tomos I e II; inclui Introdução, p. I-XXX ]. Lisboa: Círculo de Leitores. [Vols. 2-6 = tomos III-XI, 2007] = Farpas Completas, 3 vols., Barcelona: RBA.
2006. Leituras de José Marmelo e Silva. Organização de –. Paul: Centro de Estudos José Marmelo e Silva.
2002-2003. Dicionário de Literatura (dir. de Jacinto do Prado Coelho). Actualização. 3 vols. Porto: Figueirinhas.
2003. Camilo Castelo Branco, Anátema. Prefácio e fixação do texto de –. Porto: Edições Caixotim.
     2002. Augusto Moreno, Poesias. Selecção, leitura e introdução de –. Bragança/Freixo de Espada à Cinta: Câmara Municipal.
2001. Camilo Castelo Branco, A Queda Dum Anjo. Edição e prefácio de –. Porto: Edições Caixotim.
    2000. A Madárember. Mai Portugál Elbeszélok [O Homem-Pássaro. Contos Portugueses de Hoje]. Sel., introd. e notas biobibliográficas por –. Budapest: Íbisz Kiadó.
2000. Camilo Castelo Branco, A Corja. Introdução por –. Lisboa: Ulisseia. 7-30.
1994. Júlio Dinis, Os Fidalgos da Casa Mourisca.  Introdução por –. Lisboa: Ulisseia. 7-37.
1992. Alexandre Herculano, O Bobo. Introdução por –. Lisboa: Editora Ulisseia. 7-38. 2.ª ed., colecção Verbo Clássicos, Lisboa: Editorial Verbo, 2005: 7-55.
1991. Camilo Castelo Branco, Eusébio Macário. Lisboa: Ulisseia. 7-32.
1991. Ramalho Ortigão, Farpas Escolhidas. Selecção e introdução por –. Lisboa: Editora Ulisseia. 5-53. 2.ª ed., colecção Verbo Clássicos, Lisboa: Editorial Verbo, 2006: 7-77.
1986. Eça de Queirós, A Catástrofe e Outros Contos. Prefácio de –. Lisboa: Edições Rolim. 7-14.

7. Capítulos de livros
2016. O engenho dos pretos: sobre a escravatura em três sermões de Vieira. Gilda Santos, Paulo Motta, coord. Genuína Fazendeira. Os Frutíferos 100 Anos de Cleonice Berardinelli. Rio de Janeiro: Bazar do Tempo. 214-227.
2016. Sociedade e devoção nos sermões do Rosário. José Eduardo Franco, Aida S. Lemos, Paulo S. Pereira, coor. Vieira: Esse Povo de Palavras. Lisboa: Esfera do Caos. 89-92.
2016. História do Cerco de Lisboa: a volúpia de ser literatura. La Spuma È la Mia Anima. Ommaggio a Piero Ceccucci. A cura di Michela Graziani, Orietta Abbati, Barbara Gori. Firenze: Firenze University Press. 397-402.
2016. Tabloïdes. Georges Da Costa, Catherine Dumas et Agnès Levécot, dir., Exils et Décalages chez l’Ecrivain Portugais José Rodrigues Miguéis. Paris: Presses Sorbonne Nouvelle. 225-239.
2016. Um artista dos sete ofícios. Isabel Alves, org., “Da Viagem Que Direi?” Onze Ensaios em torno da Obra de A. M. Pires Cabral. Vila Real: Biblioteca Municipal de Vila Real. 77-83.
2016. O verso fundamental [Sobre José António Gonçalves]. José de Sainz-Trueva et alii, org., Cadernos de Santiago I. Lisboa: Âncora Editora. 245-246.
2016. Aquilino em duas ficções antimonárquicas. Maria João Reynaud, Francisco Topa, John Greenfield (eds.), Nos Passos de Aquilino. Frankfurt am Main: Peter Lang Edition. 71-82.
2015. Guilherme de Azevedo, “Crónica Ocidental”. Gilda da Conceição Santos, org., O Real em Revista   – Impressos Luso-Brasileiros Oitocentistas. Rio de Janeiro: Oficina Raquel. 115-132.
2015. A Criação do Mundo [de Miguel Torga]. A. M. Pires Cabral, org., In Memoriam de Miguel Torga. Vila Real: Grémio Literário Vila-Realense / Câmara Municipal de Vila Real. 61-62.
2015. Torga e o Brasil. Negrilho ­ Homenagem a Miguel Torga. Organização de Assunção Anes Morais. Chaves: Alecrim e Alfazema. 131-141.
2014. L’Ottocento. Il Settecento e l’Ottocento, a cura di Giulia Lanciani. Roma: UniversItalia. 109-190.
2014. Crónica feminina (1752-1904). Isabel Lousada, Vania Pinheiro Chaves, org., As Mulheres e a Imprensa Periódica. Vol. 2. Lisboa: Centro de Literaturas e Culturas Lusófonas e Europeias da Universidade de Lisboa. 315-328.
2014. Olhares sobre a Literatura Madeirense Contemporânea. José Eduardo Franco, Cristina Trindade, coord., Que Saber(es) para o Século XXI? História, Cultura e Ciência na Madeira. Lisboa / Funchal: Esfera do Caos Editores / APCA. 413-423.
2014. Castelo de Bragança. Miguel Rodrigues, Maria de Lurdes Rufino, coord., Onde Nada Se Repete. Crónicas à Volta do Património. Vila Real: Direcção Regional de Cultura do Norte. 16-25. 
2012. Pela mão de Zélia. Jorge Amado em Portugal, coord. e pesquisa Gina Guedes Rafael, Luís Augusto Costa Dias; textos [de] Ernesto Rodrigues et alii. Lisboa: Biblioteca Nacional de Portugal. 17-22. E-book.
2012. Literatura: sentidos e significados. João Paulo Cotrim, coord., Jogo da Glória. O Século XX Malvisto pelo Desenho de Humor. Lisboa / Vila Nova de Gaia: Museu da Presidência da República / Quidnovi. 324-330.
2011. O itinerário de Fernando Campos. Gerson Luiz Roani, org., O Romance Português Contemporâneo: História, Memória e Identidade, Viçosa, Minas Gerais: Universidade Federal de Vila Viçosa / Programa de Pós-Graduação em Letras. 241-249.
2011. A literatura e o jornalismo na vitória da República. Annabela Rita, Dionísio Vila Maior, coord., Do Ultimato à (s) República (s). Variações Literárias e Culturais, Lisboa, Esfera do Caos Editores. 145-160.
2010. Nótula sobre Guilhermino César em Portugal. Maria do Carmo Campos, org., Guilhermino César: Memória e Horizonte, Porto Alegre, Editora da UFRGS. 291-295.
2009. O poeta Machado de Assis lido em Portugal. Vania Pinheiro Chaves, Lauro Moreira, Solange Aparecida Cardoso, orgs., Lembrar Machado de Assis. 1908/2008. Lisboa, CLEPUL / Missão do Brasil junto à Comunidade dos Países de Língua Portuguesa. 102-111.
2009. O perfil barroco de Memorial do Convento. Szijj Ildikó, org., Philologiae Amor. Tanulmányok, Esszék és Egyéb Írások Pál Ferenc Tiszteletére 60, Budapest: ELTE Eötvös Kiadó. 321-329.
2008. Júlio Conrado na Revolução. Annabela Rita, org., De Tempos a Tempos. Júlio Conrado. Antologia Crítica. Antologia Pessoal. Lisboa: Roma Editora. 45-55.
2008. Nos 50 anos do dicionário de Literatura. Margarida Braga Neves, Maria Isabel Rocheta, coord., O Domínio do Instável. A Jacinto do Prado Coelho. Porto: Edições Caixotim. 81-93.
2008. A Vida do Doutor Gabriel Pereira de Castro: questões de autoria. Flavia Maria Corradin, Lilian Jacoto, orgs. Literatura Portuguesa Ontem, Hoje. São Paulo: Paulistana. 45-51.
2007. Cartas vieirianas à luz do Mercúrio Português. Isabel Almeida, Maria Isabel Rocheta, Teresa Amado, org. Estudos para Maria Idalina Rodrigues, Maria Lucília Pires, Maria Vitalina Leal de Matos. Lisboa: DLR / FLUL. 245-251.
2007. Uma prosa conversada. Maria Helena Mira Mateus, Guilherme d’Oliveira Martins, coord., António Alçada Baptista. Tempo Afectuoso – Homenagem ao Escritor e Amigo de Todos Nós. Lisboa: Centro Nacional de Cultura / Editorial Presença. 65-68.
2006. A Dama Pé-de-Cabra. Leitura de –. Coordenação de Maria Isabel Rocheta, Serafina Martins, Conto Português. Séculos XIX-XXI. Antologia Crítica. Porto: Edições Caixotim. 49-60.
2006. Conde Jano. Leitura de –. Id., ibid. 307-312.
2006. Formas de sobreviver em 1836. Niteroy. Revista Brasiliense. Org. de Ana Beatriz Demarchi Barel. Coimbra: MinervaCoimbra. 9-18.
2006. Rever Depoimento. Ernesto Rodrigues, org., Leituras de José Marmelo e Silva. Paul: Centro de Estudos José Marmelo e Silva. 9-22.
2006. A Letra e as Tintas. AA. VV., Estrelas para Albano Martins. Porto: Universidade Fernando Pessoa. 83-85.
2005. Património português na Hungria. Fernando Cristóvão et alii, Dicionário Temático da Lusofonia. Lisboa, ACLUS/Texto Editores. 817-818.
2005. Hungria disfórica, Portugal solidário. Otília Pires Martins, coord., Portugal e o Outro: Textos de Hermenêutica Intercultural. Aveiro: Universidade de Aveiro. 27-55.
2005. Luís Amaro. O gosto de falar bem dos outros. [Entrevista de –.] AA. VV., Para lá da Névoa. Homenagem a Luís Amaro. Porto, Edições Caixotim. 17-31.
2005. A voz informulada [Sobre Luís Amaro]. Id., ibid. 67-69.
2005. Herculano, jornalista. AA. VV., Alexandre Herculano: Um Pensamento Poliédrico, Lisboa, Câmara Municipal de Lisboa. 159-162.
[1995]-2005. [Verbetes] Biblos. 5 vols. Lisboa: Editorial Verbo.
2004. A Casa da Esperança. Armando Fernandes, coord., Contrastes e Transformações da Cidade de Bragança. Bragança, Câmara Municipal. 31-36.
2004. Cultura. Id., ibid. 124-131.
2004. Vergílio Ferreira em Bragança. AA. VV., Liceu 150 Anos. Comemorações dos 150 Anos do Liceu de Bragança. Bragança: Escola Secundária Emídio Garcia. 29-39.
2004. A margem de independência. João Marques de Almeida, coord., João Pedro de Andrade, Centenário do Nascimento (1902-2002). Lisboa: Câmara Municipal. 37-41.
2003. A luz através do texto divino. João Vieira. Vitrais da Igreja de São Domingos. Sé de Vila Real. Lisboa: IPPAR. 37-59.
2003. Farpas inéditas contra Camilo. AA. VV., Camilo. Leituras Críticas. Porto, Edições Caixotim. 43-55.
2002. Um modelo de bragançanismo. AA. VV., In Memoriam Dr. Eduardo Carvalho. Bragança: Fundação «Os Nossos Livros». 35-37.
2002. Dicionário de Personagens da Novela Camiliana. Dir. de Maria de Lourdes Ferraz. Lisboa: Editorial Caminho.
2001. Arte de traduzir. João Vieira, Percursos. 1960-2001. Lisboa: ACD – Edições. 48-49.
2001. Exortação da Guerra: inquirições necessárias [I]. Manuel G. Simões, Ivo Castro, João David Pinto Correia, orgs., Memória dos Afectos – Homenagem da Cultura Portuguesa ao Prof. Giuseppe Tavani. Lisboa: Edições Colibri. 39-59.
2001. Sobre O Pão não Cai do Céu: subsídios para uma edição crítica. Onésimo Teotónio de Almeida, Manuela Rêgo, coords., José Rodrigues Miguéis: Uma Vida em Papéis Repartida. Lisboa: Câmara Municipal de Lisboa. 73-81.
2001. Opinião pública em Garrett. AA. VV., Garrett às Portas do Milénio. Lisboa: Edições Colibri. 233-236.
1999-2003. Enciclopédia Verbo Luso-Brasileira de Cultura. Edição Século XXI. Lisboa: Editorial Verbo. [Vols. 12, 13, 15, 22, 26, 27.]
1998-2001. Dicionário Cronológico de Autores Portugueses. Lisboa: Publicações Europa-América. Vols. IV, 1998, V, 2000, VI, 2001.
2000. Garrett mundano. José da Costa Miranda, org., Almeida Garrett. Um Breve Encontro. Caldas da Rainha: Livraria Nova Galáxia. 65-73.
1999. Zé Fístula. Artur Sá da Costa, José Manuel Mendes, orgs., Famalicão: 14 Olhares. Vila Nova de Famalicão: Câmara Municipal. 37-39.
1999. Hungria disfórica, Portugal solidário. István Rákóczi, org., PortugalHungria. Dez Estudos sobre os Contactos Culturais Luso-Húngaros. Budapeste: ELTE/BTK. 9-36.
1999. Discreto 56. István Rákóczi, org., PortugalHungria. Dez Estudos sobre os Contactos Culturais Luso-Húngaros. Budapeste: ELTE/BTK. 37-45.
1999. Exortação da Guerra: inquirições necessárias [I]. Cristina Almeida Ribeiro et alii, orgs., Letras, Sinais. Lisboa: Edições Cosmos. 139-149.
1999.Ultra-Romantismo. Carlos Reis, Maria da Natividade Pires, História Crítica da Literatura Portuguesa, V. O Romantismo. 2.ª ed.. Lisboa: Editorial Verbo. 294-299.
1998. La Prosa [em colab.]. Giovanni Ricciardi e Roberto Barchiesi, eds., Antologia della Letteratura Portoghese. Testi e Traduzioni. Napoli: Tullio Pironti Editore. 827-889.
1997. Dicionário do Romantismo Literário Português. Coord. de Helena Carvalhão Buescu. Lisboa: Editorial Caminho.
1996. Beja, «doce terra de minha amada pátria»? [Sobre um passo de Fastigínia]. AA. VV., Beja. Beja: Câmara Municipal. 85-87.
1995. A Queda Dum Anjo: fontes, influências e recepção. Miscellanea Rosae, Budapest: Mundus Press. 115-124.
1994. Na fronteira de Abril. Se Bem Me Lembro...[colectivo], Lisboa: Faculdade de Letras de Lisboa. 29-30.
1990. Algumas lembranças / Camilo de passagem [Sobre Camilo Castelo Branco]. Maria de Lourdes A. Ferraz, ed., In Memoriam / Camilo – Centenário da Morte. Porto: Comissão Nacional das Comemorações Camilianas. 63-67.
1982. Homenagem à Língua Portuguesa. Eldorado, Lisboa: Quatro Elementos Editores. 45-49.
1981. Silling: uma introdução [Sade, Les 120 Journées de Sodome]. Peste, Lisboa: Quatro Elementos Editores. 77-85.

8. Prefácios / Introduções
2016. Nótula. Francisco das Neves Alves, A Imprensa da Colônia Portuguesa no Sul do Brasil: Fragmentos Identitários. Lisboa / Rio Grande: CLEPUL / IECCPMA / Biblioteca Rio-Grandense. 7-9. eBook.
2016. Introdução. Guilherme de Azevedo, Crónica Ocidental. Edição de -. Lisboa: Esfera do Caos. 11-19.      
2016. Camilo Castelo Branco, A Queda Dum Anjo. Edição crítica e prefácio de -. Lisboa: Âncora Editora. 7-77.    
2015. Lisboa em Baptista-Bastos. Selecção e prefácio de . Lisboa: Âncora Editora. 7-43.
2015. Introdução. António José Saraiva, Filhos de Saturno. Escritos sobre o Tempo Que Passa. Lisboa: Gradiva. 11-24.
2014. Prefácio. Carlos Martins, Refém. Lisboa: Calçada das Letras. 7-9.
 2013. Prefácio. A. M. Pires Cabral, Língua Charra. Regionalismos de Trás-os-Montes e Alto Douro. Lisboa: Âncora Editora. 7-8.    
 2013. Padre António Vieira, Obra Completa. Tomo II, Volume IX. Sermões do Rosário. Maria Rosa Mística II. Lisboa: Círculo de Leitores. 9-32.
2013. Uma região sem paredes. Ernesto Rodrigues, Amadeu Ferreira, coord., A Terra de Duas Línguas. II. Antologia de Autores Transmontanos. S. l.: Lema d’Origem. 7-24.
2013. Um romance alegórico. António Sá Gué, O Manco Entre Deus e o Diabo. S. l.: Lema d’Origem. 7-9.
2012. Apresentação. António de Abreu Freire, Introdução à Literatura de Cordel. S. l.: DebatEvolution. 7-9.
2012. Nota breve. Lara de Léon, Derivações do Ser. Vila Nova de Gaia: Calendário de Letras. 12-13. 
2012. Prefácio. Vergílio Alberto Vieira, Minhas Cartas Nunca Escritas. S. l. 9-20. 
2011. Prefácio. António José Saraiva e Luísa Dacosta: Correspondência. Edição de −. Lisboa: Gradiva. 5-13.
2011. Prefácio / Alguns desafios. Carlos Alberto S. Silvestre, Educação e Formação de Adultos e Idosos. Uma Nova Oportunidade. Lisboa: Instituto Piaget. 11-14.
2011. Introdução. A Terra de Duas Línguas. Antologia de Autores Transmontanos. Coord. de –. Em parceria com Amadeu Ferreira. Bragança, Instituto Politécnico de Bragança / Associação das Universidade de Língua Portuguesa / Academia de Letras de Trás-os-Montes. 19-31.
2010. Prefácio / Antrada. Luís Vaz de Camões, Ls Lusíadas an Mirandés. Traduçon [de] Fracisco Niebro. Lisboa, Âncora Editora. 7-51.
2008. Prefácio / O tempo de uma geração. Ednilo Soárez, Ramalho Ortigão. Um Marco na Literatura Portuguesa. Fortaleza, Expressão Gráfica Editora. 17-32.
2005. Aproximações a Camilo. [Introdução a] Camilo Castelo Branco, Romances Completos. Volume I. Barcelona, RBA. V-XLVII.
2004. Jogos de letras. Desportos & Letras: Exposição Bibliográfica. Lisboa: Biblioteca Nacional. 11-27.
2002. Apresentação. João Pedro de Andrade, Ambições e Limites do Neo-Realismo Português. Lisboa: Acontecimento – Estudos e Edições. 11-20.
1996. Prefácio. Clara Pinto Correia, Mário de Carvalho, E Se Tivesse a Bondade de Me Dizer Porquê?. Lisboa: Relógio d’Água. 7-19.
1996. Vozes do lar. [Introdução a] José Mário Leite, Pedra Flor. Mirandela. 5-6.
1996. A oração do poeta [Prefácio a] José António Gonçalves, Tem o Poder da Água. Obra Poética (1973-1995)]. Lisboa/Ponta Delgada: Editorial Éter. 7-11.
1994. Na fronteira (Nótula sobre poesia madeirense). [Prefácio a] Ilha 4, Funchal, refundido em “Na fronteira madeirense: José António Gonçalves”, prefácio a Ilha 5, Vila Nova de Gaia: 7 Dias 6 Noites. 5-25.]
1986. Elogio da Obra. Hélia Correia / Jaime Rocha, A Pequena Morte / Esse Eterno Canto. Lisboa: Black Sun Editores. 5-7.

9. Publicações em actas de encontros científicos
2014. Provérbios em quintilhas. Actas ICP13 Proceedings. 7.º Colóquio Interdisciplinar sobre Provérbios / 7th Interdisciplinary Colloquium on Proverbs. Tavira: Associação Internacional de Paremiologia/International Association of Paremiology. 473-476.
2008. Louvor e ilustração da Língua Portuguesa. Aprender Juntos. Revista da Escola Portuguesa de Moçambique – Centro de Ensino e Língua Portuguesa. Ano VI [na capa, VII], n.º 10-11, Janeiro. 91-103.
2007. Sob o olhar de Hermes: da viagem à vertigem. Aprender Juntos. Revista da Escola Portuguesa de Moçambique – Centro de Ensino e Língua Portuguesa. Ano V, n.º 8-9, Janeiro. 119-125.
2006. Sartre e Lukács: uma teoria do romance. Cassiano Reimão, coord., Jean-Paul Sartre. Uma Cultura da Alteridade. Filosofia e Literatura. Actas de Colóquio. Lisboa. FCSH/UNL. 291-312.
2006. Leituras de escritor enquanto jovem. Aprender Juntos. Revista da Escola Portuguesa de Moçambique – Centro de Ensino e Língua Portuguesa. Ano IV, n.ºs 6-7, Janeiro. 103-128.
2001. Verdade e verosimilhança na História romanceada: entre O Bobo e O Prato de Arroz Doce. AA. VV., Quando a História Conta Histórias. I Colóquio Nacional sobre o Romance Histórico. Actas, Maia: Câmara Municipal. 41-46.
2000. “Patriae quis exsul / se quoque fugit?”. Colóquio Internacional ‘Permanência e Errância’. Câmara Municipal do Funchal. 46-48.
1999. A estilística das Memórias… [Francisco Manuel Alves, Memórias Histórico-Arqueológicas do Distrito de Bragança]. João Manuel Neto Jacob, org., Actas do Colóquio ‘O Abade de Baçal’. Bragança. 129-133.
1998. “Anátema: d’A Semana à edição em livro”. 1.º Encontro Camiliano de Sintra. Vária Escrita (Sintra), vol. 6. 73-77.
1998. A disfunção literária (Páginas de um diário). III Congresso de Escritores Portugueses. Lisboa: Associação Portuguesa de Escritores. 79-80.
1991. Da necessária atenção do Português às línguas minoritárias. O caso do Húngaro. I Congresso de Escritores de Língua Portuguesa (Lisboa, 1, 2 e 3 de Março de 1989), Lisboa: APE/SPA. 119-120.

10. Artigos em revistas de circulação internacional com arbitragem científica
2016. [Sobre José-Augusto França]. Estudos Italianos em Portugal, nova série, n.º 11. 11-13.
2016. Dicionário de Eça de Queiroz.  Colóquio-Letras, 193, Setembro / Dezembro. 255-259.
2016. Lutas civis de 1820-1834. Colóquio-Letras, 191, Janeiro / Abril. 35-49.
2016. A personagem no verso. Boletim Casa de Camilo (Vila Nova de Famalicão), V Série, n.º1. 49-71.
2015. Mágico Folhetim. Miscelânea (Assis, S. Paulo), v. 18, Jul.-Dez. 9-19.
2015. Os efeitos de Gabriela em Portugal. Id., ibid. 145-154. 
2015. Notas de Viagem a Itália. Estudos Italianos em Portugal, nova série, n.º 10, 2015: 13-25. [Precede “Dossiê”, p. 9-11.]
2015. Sérgio Guimarães de Sousa, org., Representações do Feminino em Camilo Castelo Branco. Colóquio-Letras, 189, Maio / Agosto. 264-266.
2015. José-Augusto França, Memórias do Conselheiro Adalberto Martins de Sousa (1880-1890). Colóquio-Letras, 188, Janeiro / Abril. 230-232.   
2014. Emília Nóvoa Faria e António Martins, A Paixão das Origens. Fotobiografia de Alberto Sampaio. Colóquio-Letras, 186, Maio/Agosto. 259-261.
2013. Maria Luisa Meneghetti, Cesare Segre, Giuseppe Tavani, Cinco ensaios circum-camonianos, coordenação Rita Marnoto, Coimbra, Centro Interuniversitário de Estudos Camonianos, 2012. Estudos Italianos em Portugal, nova série, n.º 8. 200-205.
2012. Le illegibile pagine dell’acqua [de A. M.Pires Cabral]. Estudos Italianos em Portugal, nova série, n.º 7. 172-174.
2012. Polémica: um ‘prato’ nacional. Rassegna Iberistica (Venezia), n.º 95, aprile. 49-59.
2011. Luís Naves, Territórios de Caça. Colóquio-Letras, 176, Janeiro/Abril. 244-245.
2011. Cartas a Alberto Sampaio/Cartas de Alberto Sampaio. Id., 252-254.
2011. A sombra de Carlos Alberto. Estudos Italianos em Portugal, nova série, n.º 6. 65-76.
2011. Passatempos de papel. Navegações, vol. 4, n.º 2, Julho-Dezembro. 214-218.
2010. Abel Barros Baptista, org., Amor de Perdição. Uma Revisão. Colóquio-Letras, n.º 175, Setembro/Dezembro. 214-217.
2010. Eugénio Lisboa, Indícios de Oiro. Colóquio-Letras, n.º 174, Maio/Agosto de 2010: 232-235.
2010. Escrita e ficção em Mário Cláudio. Colóquio-Letras, n.º 173, Janeiro/Abril. 100-107.
2009. Imaginação e Literatura. Estudos Italianos em Portugal, nova série, n.º 4. 209-221.
2009. Branco. Ibid. 245-257.
2009. A corte de D. João VI no Brasil – vista pelo jornalismo português (1807-1821). Cadernos de Pesquisa em Literatura, vol. 15, n.º 1, Porto Alegre: Pontifícia Universidade Católica, Março. 86-95.
2008. Imprensa académica e estudantil em Portugal de Oitocentos. Cadernos Literários, vol. 15, Universidade Federal do Rio Grande – FURG (Programa de Pós-Graduação em Letras). 25-28.
 2008. Edição Crítica das Obras de Eça de Queirós: um balanço. Matraga (Rio de Janeiro), v. 15, n.º 23, Julho/Dezembro. 27-41. 
2008. Poesia portuguesa: uma década (1996-2006). Conexão Letras (Universidade Federal do Rio Grande do Sul), vol. 3, n.º 3. Porto Alegre: Nova Prova Editora. 37-52.
2008. «O meu amigo Ariosto» em Fastigínia. Estudos Italianos em Portugal, nova série, n.º 3. 45-55.
2008. Dossiê: Ariosto e Orlando Furioso. Id., ibid., nova série, n.º 3. 7-11.
2008. Imprensa portuguesa de Oitocentos que interessa ao Brasil. Navegações. Revista de Cultura e Literaturas de Língua Portuguesa (Porto Alegre), vol. 1, n.º 1, Março. 26-34.
2007. José António Gonçalves, Rente aos Olhos / Rasente gli occhi. Estudos Italianos em Portugal, nova série, n.º 2. 464-466.
2006. Mário Cláudio, Os Sonetos Italianos de Tiago Veiga. Estudos Italianos em Portugal, nova série, n.º 1. 410-411.
2006. Dino Buzzati, O Deserto dos Tártaros. Id., ibid. 400-403.
1983. Miklós Radnóti em Português. Acta Litteraria Academiae Scientiarum Hungaricae, XXV, Budapest: Akadémiai Kiadó. 412-414.
1981. Cultura brasileira de hoje. Acta Litteraria Academiae Scientiarum Hungaricae, XXIII, Budapest: Akadémiai Kiadó. 390-393. 



 
11. Artigos em revistas nacionais (selecção; até 2011)
2011. Obras de André Falcão de Resende. Edição crítica de Barbara Spaggiari. 2 tomos. Românica, n.º 20, 2011: 252-258.
2011. Literatura Transmontana e Alto-Duriense: uma região sem paredes. Tellus – Revista de cultura trasmontana e duriense (Vila Real), n.º 55, Outubro de 2011: 16-25.2010. República: lições de um centenário. Rua Larga – Revista da Reitoria da Universidade de Coimbra, n.º 28, Abril de 2010: 30-32.
2009. Camilo, poeta. Tellus – Revista de cultura trasmontana e duriense, n.º 51, Outubro de 2009: 1-16.
2009. Dedicatória: relação e discurso. Românica, 18, 2009: 59-75.
2009. Um inédito de Cesário. Expresso – Cartaz, 18-VII-2009.
2008. Lembranças de Vieira. Mealibra (Viana do Castelo), série 3, n.º 22, p. 66-76 [precedido de “Padre António Vieira”, p. 65].
2006. Júlia Nery, Lisboa, Terramoto 1755, O Segredo Perdido. Latitudes. Cahiers Lusophones (Paris), n.º 26, avril 2006: 110-111.
2006. A Virgem e o Menino. Brigantia, vol. XXVI, n.º 1/2/3/4, 2006: 487-494.
2006. Entre metáfora e metonímia. [Maria Lúcia Lepecki, Uma Questão de Ouvido. Ensaios de Retórica e de Interpretação Literária] O Escritor, n.º 21, Junho de 2006: 284-286.
2004. Impressões de eternidade. Românica, 13, 2004: 9-22.
2004. A nova Europa literária. Domus (ISLA – Bragança), 11/12, 2004: 139-150.
2003. Aquilino Ribeiro. Um escritor de pulso. Expresso – Actual, 24-V-2003.
2003. Rocha Martins, historiador da Imprensa periódica. JJ – Jornalismo e Jornalistas (Lisboa), 13, Jan.-Mar. 2003: 55-65.
2002. O Holocausto como cultura. Expresso – Actual, 19-X-2002.
2002. A escola de um ‘romancista popular’ [José Rodrigues Miguéis]. Boca do Inferno (Cascais), 7, Setembro de 2002: 69-79.
2002. Atrás dos óculos. Hipócrates. A Saúde em Revista (Lisboa), 5, Março de 2002: 56-57.
2002. Ramalho Ortigão em Lisboa. Biblioteca – Revista das Bibliotecas Municipais de Lisboa, 9-10, Janeiro de 2002: 148-150.
2000. A linhagem das Viagens na Minha Terra. Cadernos Aquilinianos, n.º 10, 2000: 9-18.
2000. Mário Dionísio: ver, devir, fluir. Românica, 9, 2000: 117-121.
1999. Garrett, jornalista. Colóquio/Letras, n.º 153/154, Julho-Dezembro de 1999: 55-69.
1999. Garrett no jornalismo. Camões. Revista de Letras e Culturas Lusófonas (Lisboa), 4, Janeiro-Março de 1999: 96-104.
1999. Sobre alguns ‘pais da pátria’. Imagens do deputado em autores oitocentistas. Domus,  n.º 3-4, 1999: 149-157.
1998. Jogos de letras. O desporto na cultura portuguesa. Domus, n.º 2, Dezembro de 1998: 161-168.
1998. Origens do folhetim em Portugal. Domus, n.º 1, Bragança: Instituto Superior de Línguas e Administração, 1998: 99-134.
1998. Mário Cláudio: terceiro tríptico romanesco. Colóquio/Letras, n.º 147/148, Janeiro-Junho de 1998: 293-298.
1998. O meu primeiro Aquilino. Cadernos Aquilinianos, n.º 6, 1.º semestre de 1998: 89-91.
1997. David, verbetista. Colóquio/Letras, n.º 145/146, Julho-Dezembro de 1997: 351-356.
1997. Literatura e jornalismo. Ler, 39, Verão/Outono de 1997: 40-47.
1996. A Queda Dum Anjo, citaxe. Românica, 5, 1996: 53-70.
1996. Aquilino Ribeiro: um folhetinista ao serviço da República. Cadernos Aquilinianos, 3. Viseu: Centro de Estudos Aquilino Ribeiro, 1996: 25-35.
1996. Miguéis: folhetinista, aforista, etc. Ler, 36, Outono de 1996: 96-101.
1995. Apresentação de um “esquecido”: Carlos Cochofel. Colóquio/Letras, n.º 135/136, Janeiro-Junho de 1995: 169-175.
1993. Fastigínia: Elementos para uma edição crítica. Românica. Revista de Literatura [Homenagem a Maria de Loudes Belchior], 1-2, Departamento de Literaturas Românicas – Faculdade de  Letras de Lisboa / Edições Cosmos, 1992/1993: 49-54.
1993. Bibliografia de Maria de Lourdes Belchior. Id., ibid.: 371-387. [Reprod. em João Camilo dos Santos, Frederick G. Williams, eds., O Amor das Letras e das Gentes. In Honor of Maria de Lourdes Belchior. Santa Barbara: Center for Portuguese Studies at the University of California, 1995: 487-498; acrescentada, em Arquivos do Centro Cultural Calouste Gulbenkian. Homenagem a Maria de Lourdes Belchior. Volume XXXVII, Lisboa-Paris: Centro Cultural Calouste Gulbenkian, 1998: 765-782; resumida em “Evocação de Maria de Lourdes Belchior”, Revista Lusitana (Nova Série), 19-21, Lisboa, 1999-2001, p. 13-26.]
1993. Thomé Pinheiro da Veiga (Turpin), Fastigimia. Colóquio/Letras, n.º 127/128, Janeiro-Junho de 1993: 272-273.
1992. Camilo Castelo Branco, Coisas Que Só Eu Sei. Colóquio/Letras, n.º 125/126, Julho-Dezembro de 1992: 268-269.
1990. A festa dos caretos em Torre de Dona Chama. Correios em Directo (Lisboa), n.º 8, Dezembro de 1990.
1990. Havia uma estalajadeira muito bonita. Proposta de análise de um conto de fadas. Brigantia, X, 1/2, Janeiro-Junho de 1990: 223-245.
1990. Geografia dos escritores // Ernesto Rodrigues. Ler, 10, Primavera de 1990: 16.
1990. Hungria. De derrota em derrota até à vitória final?. História (Lisboa), n.º 125, Fevereiro de 1990: 4-11.
1988. Caretos saem à rua em Torre de D. Chama. Expresso – Suplemento [Natais de Portugal] (Lisboa), 17-XII-1988.
 1985. Zoltán Rózsa, org., Poetas Húngaros – Antologia. Colóquio/Letras, n.º 86, Julho de 1985: 91-92.

12. Catálogos de pintura e escultura (introduções)
2012. João Vieira: arte de traduzir. AA. VV., João Vieira: Década. Lisboa, Galeria Valbom. 3-13.
   2008. Convite ao mistério. José António Nobre, Máçcaras ­ A Transfiguração. Escultura. Vila Nova de Gaia, 2008, inum. [= 3 p.].
   2006. A Torre. In João Vieira, Caretos II. Bragança: Museu do Abade de Baçal, 2006: 9-10.
   1994. Primeiras letras [João Vieira]. Lisboa, Maio. [Reprod. em Letras & Letras, n.º 110, Julho de 1994: 55]

13. Em tradução (selecção)
2006. Az öreg fa [A velha árvore; poema]. Nagyvilág (Budapeste), Abril de 2006: 272.
2003. Alexandre, o conquistador. Manuela Rêgo, Miguel Castelo-Branco, coords., Antes das Playstations: 200 Anos do Romance de Aventuras em Portugal. Lisboa: Biblioteca Nacional, 2003: 31-42. [Texto em português e francês: http://purl.pt/301/dumas-estudos/e-rodrigues-1.html]
2001. Index (fragmento de romance). Literastur. Revista de Literatura en Lenguas Ibéricas (Gijón), año 1, número especial, 2.º semestre 2001: 90-97.
1996. Sobre o Danúbio / A Duna Partján (antologia de verso e prosa; bilingue). Budapest: Mundus Press, 1996. 128 p.